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1.
Rev. bras. otorrinolaringol ; 73(3): 339-342, maio-jun. 2007. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-457610

RESUMO

A dor no pós-operatório imediato apresenta-se como um grave problema, requerendo do médico uma adequada assistência. Na Otorrinolaringologia, merece atenção especial a dor após uvulopalatofaringoplastia (UPFP). OBJETIVO: Comparar a eficácia na analgesia pós-operatória do cetorolaco com o cetoprofeno em UPFP. PACIENTES E MÉTODOS: Estudo prospectivo, randomizado, duplo-cego com 24 pacientes submetidos à UPFP, divididos em 2 grupos, sendo que 14 receberam cetorolaco e 10 cetoprofeno. Avaliação da intensidade da dor através de escala visual analógica e necessidade do uso associado de opióide (tramadol). RESULTADOS: Dos 14 pacientes que receberam cetorolaco, apenas 3 (21 por cento) necessitaram uso complementar de opióide, enquanto que 7 (70 por cento) do grupo do cetoprofeno o fizeram. Após 12 horas de cirurgia, houve um predomínio de 71 por cento dos pacientes que receberam cetorolaco, com dor leve ou até ausência desta, enquanto 70 por cento dos do cetoprofeno referiram dor moderada ou incômoda. Após 24 horas de cirurgia, 60 por cento dos pacientes que fizeram uso de cetoprofeno referiam dor moderada a incômoda, ao passo que 86 por cento dos do cetorolaco referiram dor leve à ausência. CONCLUSÃO: Conclui-se que o cetorolaco é mais eficaz em relação ao cetoprofeno no tratamento da dor pós-operatória imediata de UPFP, pois houve dor de menor intensidade e menor uso de opióide.


Postoperative pain is a serious problem, requiring an appropriate response from the medical doctor. In otolaryngology special attention is needed after uvulopalatopharyngoplasty (UP3). AIM: To compare the efficacy of postoperative analgesia using ketorolac and ketoprofen after UP3. PATIENTS AND METHODS: A prospective, randomized, double-blind study was made of 24 patients that were divided into 2 groups (14 received ketorolac and 10 received ketoprofen). Pain intensity was based on an analog visual scale and the need for opioids (tramadol). RESULTS: Of the 13 patients that received ketorolac, 3 (21 percent) required opioids; 7 of 10 (70 percent) patients in ketoprofen group used opioids. 12 hours after surgery, 71 percent of the patients that received ketorolac had mild or absence of pain. 70 percent of the ketoprofen users reported moderate to significant pain. 24 hours after surgery, 60 percent of the patients using ketoprofen reported moderate to significant pain, while 86 percent of the ketorolac users reported mild or absence of pain. CONCLUSION: We concluded that ketorolac is more effective compared to ketoprofen in the treatment of immediate postoperative pain after UP3, as patients using ketorolac had less pain and used opioids to a lesser degree.


Assuntos
Feminino , Humanos , Masculino , Anti-Inflamatórios não Esteroides/uso terapêutico , Cetoprofeno/uso terapêutico , Cetorolaco/uso terapêutico , Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico , Palato Mole/cirurgia , Faringe/cirurgia , Analgésicos Opioides/uso terapêutico , Método Duplo-Cego , Medição da Dor , Estudos Prospectivos , Tramadol/uso terapêutico , Úvula/cirurgia
2.
Rev. bras. cir. cardiovasc ; 21(1): 62-67, jan.-mar. 2006. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-431023

RESUMO

OBJETIVO: Avaliar a morbidade e mortalidade da endarterectomia de carótida realizada sob bloqueio cervical regional, tendo como variáveis o tempo cirúrgico, uso de shunt, conversão para anestesia geral, complicações cirúrgicas, tempo de permanência dos pacientes na unidade de tratamento intensivo (UTI) e no hospital, e evolução dos pacientes durante um ano. MÉTODO: Durante o período de junho de 1998 a janeiro de 2004, foram realizadas 67 operações em 61 pacientes, com 70 por cento ou mais de estenose de carótida interna, diagnosticada por Doppler e confirmada por angiografia carotídea. A monitorização cerebral intra-operatória consistiu na análise do nível de consciência e da atividade motora dos pacientes. A média de idade dos pacientes foi 69,7 anos. Quanto às doenças concomitantes, 45 (47 por cento) eram hipertensos; 21 (22 por cento), coronariopatas; 17 (18 por cento), diabéticos; 12 (13 por cento), pneumopatas. RESULTADOS: Houve três (4,48 por cento) casos de doença carotídea bilateral, sendo a operação realizada em dois tempos. O tempo médio de operação foi de 120 minutos. Foi necessário uso de shunt em seis (8,95 por cento) casos e conversão para anestesia geral em dois (2,98 por cento). Dois (2,98 por cento) pacientes apresentaram confusão mental no pós-operatório e um (1,49 por cento) apresentou infecção da ferida operatória. Ocorreu reestenose de carótida em três (4,48 por cento) casos. Os tempos médios de permanência na UTI e no hospital foram, respectivamente, 1,34 e 4,20 dias. Não houve morte, acidente vascular cerebral ou infarto agudo do miocárdio. CONCLUSAO: A endarterectomia de carótida com o paciente acordado é uma boa alternativa para pacientes selecionados de alto risco cirúrgico para anestesia geral.


Assuntos
Adulto , Idoso , Humanos , Endarterectomia das Carótidas/métodos , Estenose das Carótidas/cirurgia , Estenose das Carótidas/complicações , Bloqueio Nervoso/classificação , Plexo Cervical
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